MP suspeita de propina até no exterior O Ministério Público investiga se integrantes do esquema criminoso %u2014 que já levou ao afastamento da presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão (PPS), e de toda a cúpula da Mesa Diretora %u2014 fizeram remessa de dinheiro para contas no exterior. Por isso, além de requerer que os deputados fossem afastados do comando da Casa, os promotores responsáveis pelo caso chegaram a pedir a apreensão do passaporte dos envolvidos no escândalo. E, ainda, a proibição de que eles deixassem o país ou o Distrito Federal sem autorização prévia da Justiça. %u201CPor ora%u201D, no entanto, o desembargador Humberto Ulhôa, do TJDF, considerou não haver evidências claras que pudessem justificar as duas últimas medidas. Celina, Raimundo Ribeiro (PPS), Júlio César (PR), Bispo Renato (PR) e Cristiano Araújo (PSD) são suspeitos de destinar R$ 30 milhões em emenda para pagamento a empresas de UTI. Em troca, teriam recebido propina.  (Kleber Sales/CB/D.A Press) O Ministério Público investiga se integrantes do esquema criminoso %u2014 que já levou ao afastamento da presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão (PPS), e de toda a cúpula da Mesa Diretora %u2014 fizeram remessa de dinheiro para contas no exterior. Por isso, além de requerer que os deputados fossem afastados do comando da Casa, os promotores responsáveis pelo caso chegaram a pedir a apreensão do passaporte dos envolvidos no escândalo. E, ainda, a proibição de que eles deixassem o país ou o Distrito Federal sem autorização prévia da Justiça. %u201CPor ora%u201D, no entanto, o desembargador Humberto Ulhôa, do TJDF, considerou não haver evidências claras que pudessem justificar as duas últimas medidas. Celina, Raimundo Ribeiro (PPS), Júlio César (PR), Bispo Renato (PR) e Cristiano Araújo (PSD) são suspeitos de destinar R$ 30 milhões em emenda para pagamento a empresas de UTI. Em troca, teriam recebido propina. Destruição, desespero e morte na Itália Um terremoto de 6,2 graus na escala Richter levou pânico à região da Umbria, no centro do país, reduzindo a escombros a cidade de Amatrice e povoados vizinhos.  %u201CNós viemos para a praça e parecia o Inferno de Dante%u201D, disse Agostino Severo, morador de Roma que visitava o vilarejo de Illica, em referência à obra Divina comédia, do escritor Dante Alighieri. O primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, suspendeu a agenda, visitou a área do desastre e prometeu que %u201Cnenhuma família%u201D será abandonada. Pelo menos 159 pessoas morreram e centenas estão desaparecidas. Moradores e brasileiros que estavam em localidades próximas relataram ao Correio os momentos de horror. %u201CParei e esperei que o teto desabasse sobre a minha cabeça%u201D, contou Jéssica Dido, que trocou Jundiaí (SP) pelo município de Ripa, a 50km de Amatrice. 
"Metade da cidade não existe mais"
Sergio Pirozzi, prefeito de Amatrice (AFP - AFP - Filippo Monteforte/AFP - Filippo Monteforte/AFP) Um terremoto de 6,2 graus na escala Richter levou pânico à região da Umbria, no centro do país, reduzindo a escombros a cidade de Amatrice e povoados vizinhos. %u201CNós viemos para a praça e parecia o Inferno de Dante%u201D, disse Agostino Severo, morador de Roma que visitava o vilarejo de Illica, em referência à obra Divina comédia, do escritor Dante Alighieri. O primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, suspendeu a agenda, visitou a área do desastre e prometeu que %u201Cnenhuma família%u201D será abandonada. Pelo menos 159 pessoas morreram e centenas estão desaparecidas. Moradores e brasileiros que estavam em localidades próximas relataram ao Correio os momentos de horror. %u201CParei e esperei que o teto desabasse sobre a minha cabeça%u201D, contou Jéssica Dido, que trocou Jundiaí (SP) pelo município de Ripa, a 50km de Amatrice.
"Metade da cidade não existe mais" Sergio Pirozzi, prefeito de Amatrice

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